
Começa neste domingo (15 de junho) o desafio do São José na Copa Paulista. E logo de cara vem uma pedreira – para os dois lados, diga-se de passagem: o Taubaté, seu maior rival.
Passada a frustração da Série A-2. em que não conseguiu o tão esperado acesso, a Águia entra na disputa com expectativa alta. Se em 2023 o time chegou à final e foi vice (garantindo uma vaga na Série D), por que não acreditar que a historia poderá se repetir?
Com técnico novo – Marcelo Marelli, campeão da Série A-3 com o Sertãozinho – e 15 jogadores contratados, o São José vai usar a Copa Paulista como laboratório para a Série A2 de 2026.
Se o time for bem, parte do elenco servirá de base para a próxima temporada. Mas é aquela velha máxima: ninguém sabe se os jogadores vão dar liga.
No Paulista deste ano, a expectativa também era alta, tendo em vista o investimento feito pela SAF, mas o time fracassou.
Foi eliminado justamente pelo maior rival, deixando a torcida engasgada. Agora, a sorte está lançada. Os torcedores querem se vingar do Taubaté e ao mesmo tempo ver o time ganhando casca para a sequência do campeonato.
A Copa Paulista conta com 23 clubes divididos em 3 grupos com 6 equipes e um com 5. Os 4 melhores colocados de cada grupo avançam às oitavas de final. Ou seja, classificar é obrigação.
O campeão terá como prêmio jogar a Copa do Brasil ou a Série D do Brasileiro em 2026. O vice-campeão será indicado à vaga remanescente entre as duas competições.
Estou curioso para saber se, desta vez, a diretoria acertou na montagem do elenco. Fica a torcida!
